07 de junho 2018

Informação

Convenção Nacional da Saúde começou hoje: o maior debate nacional do setor

Convergência e diálogo, num horizonte que ultrapasse um governo, uma legislatura e um mandato presidencial. Eis um dos apelos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na cerimónia de abertua da Convenção Nacional da Saúde que decorre, hoje e amanhã, na Culturgest, em Lisboa. É crucial "tornar viável o debate da Saúde", exortou o Chefe de Estado na sessão inaugural na qual também participou o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes. No final da sua intervenção, declarou o Presidente da República: "Importa nunca esquecer, acima disto tudo, que o princípio e o fim, o alfa e o ômega do SNS, como, de resto, do demais sistema nacional de saúde, tem nomes e tem rostos, e tem biografias e tem dramas. São as pessoas, são os portugueses".

Neste que é o maior debate nacional sobre o presente e o futuro da Saúde em Portugal estão reunidas em Lisboa, durante estes dois dias, perto de 1200 personalidades (as ordens profissionais, associações, instituições prestadoras de cuidados de saúde do setor público, privado e social, bem como associações de doentes, responsáveis políticos, profissionais da comunicação social, centros de investigação e universidades).

O programa inclui conferências temáticas cujas conclusões serão apresentadas no último dia antes da divulgação da "Agenda da Saúde para a Década".
O presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, é um dos participantes neste debate inédito, presidindo - hoje à tarde- à conferência subordinada ao tema "Recursos humanos na Saúde: Formação. Motivação e Liderança".

O Bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, é o chairman da Convenção Nacional da Saúde.

Eurico Castro Alves é o presidente da comissão organizadora deste evento que junta 90 organizações da saúde e arrancou esta manhã com uma homenagem a um dos fundadores do Serviço Nacional Nacional de Saúde, António Arnaut.